terça-feira, julho 09, 2013

Fragmento para outros tons

O que havia de textura
Era risco vítreo
A solidão rouge
Invadindo céu tão azul




a partir da foto de Cris de Souza






* ganhei um presente da Indigo aqui

10 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Que casamento bonito, esse! E fico imaginando quantos postais sem vida, sem alma rodam por aí: este seria um poema postal que eu guardaria com amor!

Beijos,

Cris de Souza disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cris de Souza disse...

Para outros tons:
Elevar aos céus
As nuvens néons

...

Beijo, mestre estimado!

Índigo disse...

El azul, el añil, el cielo, la poesía y el silencio bello, ese que se saborea, sobrecogiéndose, pero que no duele, ese que no huele a ausencia, sino a todas las presencias que nos colman y nos llenan. Ese, el silencio azul. Un abrazo, Assis y mil gracias a ti.

eurico portugal disse...

é sempre azul essa solidão que move palavras e lábios...

abraço!

Eleonora Marino Duarte disse...

imagem que pare palavra...

lindo o poema,
profunda a imagem.

um beijo, Assis
um beijo, Cris

José Carlos Sant Anna disse...

Daqui só uma inveja sadia: há muito puro sangue na união dos dois.
Quem ganha com isso?
Os admiradores.
Abraço para o Assis,
beijo para a Cris.

Lídia Borges disse...


Um diálogo cheio de vitalidade.


Beijo

dade amorim disse...

Parabéns pelo presente!
E pelo poema!

Beijo.

Joelma B. disse...

a solidão rouge... ecoando por aqui!!

beijos aos dois!