quarta-feira, maio 21, 2014

Ária para uma fotografia do infinito

Anda estou perto de ti
Respirando o silêncio
De algumas palavras

Como se a única pátria
Deste rosto pálido
Fosse expressão do nada

6 comentários:

Maria Andrade disse...

Você continua a todo vapor! Que bom! A poesia, nós, leitores, merecemos você. Abraço!

jorge pimenta disse...

porque há nadas que são tudo e é no silêncio que se refugia o mais poderoso dos cânticos.

abraço, bardo!

Andrea Liette disse...

Passei por aqui várias vezes sem saber o que dizer. Empresto o que leio nesse claro instante:


"Terei que ter a coragem de usar um coração desprotegido e de ir falando para o nada e para o ninguém? Assim como uma criança pensa para o nada. E correr o risco de ser esmagada pelo acaso". (Clarice Lispector, Paixão segundo GH)...

Um beijo

Lídia Borges disse...


Uma voz que define muito para além dos contornos da fotografia em contraluz.

Belo!

Cris de Souza disse...

Belo registro!

Beijo.

Cecília Romeu disse...

Assis,
não há necessidade das palavras quando o que toca dentro da gente é um mapa inteiro sem fronteiras e demarcações prévias.

Beijos!