quarta-feira, junho 26, 2013

Há um poema morto na sala

Estou tão perto do silêncio
Que sinto o cheiro
Todos os cheiros da ausência

*****



Hay un poema muerto en la sala

Estoy tan cerca del silencio
Que siento el olor
Todos los olores de la ausência


Versão da Índigo

10 comentários:

Joelma B. disse...

O cheiro do silêncio é pura sugestão!

Beijo, poeta!

dade amorim disse...

O poema está vivo, bem vivo!

Beijo, Assis.

Ingrid disse...

palavras não ditas...
beijo poeta..

Lídia Borges disse...


"um poema morto na sala" - É uma imagem fortíssima que silencia.

Um beijo

Tania regina Contreiras disse...


Impactante isso!

Beijos,

Índigo disse...

Hay un poema muerto en la sala
Estoy tan cerca del silencio
Que siento el olor
Todos los olores de la ausencia

Cuando me impacta un poema, siento la necesidad de hacerlo mío, llevándome a mi idioma materno. Gracias por haberme hecho sentir el poema y la ausencia, todas las ausencias. Me quedo por aquí. Seguiré viniendo.

José Carlos Sant Anna disse...

E por que não senti-los, se fazem bem, ainda que seja para mergulhar mais no silêncio?
Abração, poeta!

Cris de Souza disse...

E um poeta vivinho na varanda...

eurico portugal disse...

e a terra que alumia!

Índigo disse...

No lo había visto... GRACIAS. ABRAZO GRANDE EN AÑIL, POR SUPUESTO.