sábado, abril 06, 2013

Nenhuma barca resiste a este rio


estive só
como se nunca
estivesses comigo

9 comentários:

José Carlos Sant Anna disse...

E já tem notícia
do outro?
Ou o outro
continua ocioso?
Abr.,

teca disse...

Insuportável ausência...

Beijos.

Tuca Zamagna disse...

Acordei há pouco, e me sentindo muito só. Te ler me povoou, Assis.

(Não tive, ao contrário da Lelena, o menor problema para postar esse comentário, embora nunca tenha dado um banho nem sequer trocado a fralda do cache. Problema venho tendo é com meu scaner, zerinho mas morto, o que me impediu de postar no FB algumas fotos. Entre elas, Paulinho Saturnino de muletas fincadas nas areias capixabas no verão de 73 e várias da feira de Feira no verão de 71.)

Abraço

Eleonora Marino Duarte disse...

talvez o que mais me cative em sua poesia é a capacidade de sintetizar coisas tão profundas e intensas quanto as sensações de ausência ou solidão.

sua poesia é superior.

um beijo, poeta.

Lídia Borges disse...


Quem bafejado, deste modo pela poesia, se pode dizer só?
Nenhum rio resiste a essa barca!

Beijo meu

Vanessa Vieira disse...

Essas sensações mexem lá no fundo da alma!!!!

foste fundo em poeta!!!!

dade amorim disse...

Uma lindeza, Assis. Muito bom.

Beijo.

Ira Buscacio disse...

qualquer outra solidão é um barquinho de papel

Tão imenso!!!!!!!!!!!

bj,bj

eurico portugal disse...

porque também ela, a solidão, preenche.