segunda-feira, setembro 03, 2012

Sopro de árvore frondosa e língua misteriosa


Oh poeta augusto, verso singular
De logro vivo eu, em rogo
Oh tão sutil abismar-se
Quem me dera um pouso
Uma choupana de quimeras
Um poema cheio de etceteras
Um vaso perfumado de alecrim
Que dói em mim/Que dói em mim
A carne virginal de uma palavra

5 comentários:

Lídia Borges disse...

" De logro vivo eu, em rogo... "

Todo o poeta vive nessa ânsia do poema perfeito. Nunca o encontrará para bem da poesia.

Lídia

Joelma B. disse...

A pureza ainda existe na palavra... Nós que a cobrimos de vozes.

Adoro te ler!

Everson Russo disse...

E esse poeta faz dos versos a vida,,,e da vida sua leveza de alma...abraços.

Daniela Delias disse...

etc, etc, etc, etc...

bjo

Caroline Godtbil disse...

"Uma choupana de quimeras..."
Nada mais que a própria vida...
Beijo.