terça-feira, setembro 04, 2012

poeminha de padecimento


sofro de uma inutilidade sem fim
nenhuma palavra me salva

13 comentários:

Caroline Godtbil disse...

Escreveu pra mim?
Pois me parece que só pode ser pra mim. Gostaria muito de chorar hoje... até cansar e então adormecer... quem sabe por muito, muito tempo...

Luiza Maciel Nogueira disse...

Assis, sempre cada vez melhor teus poemas. Esses dois últimos são meus favoritos.

um beijo

Lídia Borges disse...


«Não há mal que não acabe nem bem que sempre dure.»

O que há sempre é uma palavra salvadora que salva mesmo. Aqui está uma prova! :)


Lídia

Caroline Godtbil disse...

Não se mova!!!!Isso é um assalto!!!
"Roubei" vc descaradamente!!! Publiquei "poeminha de padecimento" no "Nós...".
Vá ver. Se preferir que o retire ou se de alguma forma o aborreci, perdoe-me e avise-me.
Beijo.

Helen De Rose disse...

Gostei do blog, voltarei mais vezes para ler, pelo menos já estou fazendo algo.

Bastante sorte e sucesso.

Helen De Rose.

Joelma B. disse...

"Só uma palavra me devora
Aquela que meu coração não diz"

:*

Tania regina Contreiras disse...

Nenhuma palavra nos salva, Assis. Nenhuma. Mas vamos tentando.
Beijos,

Daniela Delias disse...

Amei o comentário da Joelma...queria dizer o mesmo...

cheiro

;)

Everson Russo disse...

Mas o poeta sempre terá alma...abraços...

Bípede Falante disse...

A gente nunca é muito bom em causa própria, mas, em alheia, é :)

Beijoss

LauraAlberto disse...

curto e perfeito

beijo

teca disse...

Você é a palavra, poeta, são e salvo!
Admiro-te em letras graúdas.

Beijo carinhoso.

dade amorim disse...

Já tenho sentido isso, mas não concordo com você. Toda palavra sua expressa a beleza de um poema.

Beijo beijo.