sábado, julho 07, 2012

Poeminha para os despojos da antemanhã


Sou devoto dos cimos e das auroras
Tenho em mim tendências de elevação
Às vezes me confundo em nuvem

Viajo no sobressalto do horizonte
Enlanguescido no despertencimento
Só quando azul me percebo desvario

Todo rumor me ganha rumos de vento
Gorjeio saliva para os teus despertares
Dou braços ao silêncio se me embaraço

5 comentários:

Everson Russo disse...

Um sentimento que se deixa levar com o vento,,,feito nuvem,,,bem acima do horizonte...abraços de bom sábado...

Eurico disse...

Quanta beleza tanta!

Abç.

Luiza Maciel Nogueira disse...

que boa continuação em sempre tão belos versos

beijo

Domingos Barroso disse...

a fluir o poema
e novas vidas
se encantam
...

forte abraço, irmão.

Lara Amaral disse...

Imaginei o poeta voando, rs. Que poema mais lindo =)!
Li várias vezes.