sexta-feira, dezembro 12, 2008

poema de desengano

acostumei-me as poucas coisas:
a vida neste vagar,
as frases soltas,
o rumor e o silêncio,
e esta calma solidão
que comigo dorme agarrada.

3 comentários:

Anônimo disse...

Estas tambem a nos acostumar, caro poeta, com as perolas finas garimpadas, nao sem sofrimento,
no profundo oceano da alma.

Grande abraço.

Graça Matos disse...

Dum, este poema remete ao típico universo dos poetas, "o silêncio, a solidão", que parecem melancólicos mas que dão inspiração!Deu até rima!
Parabéns!

Graça Matos

Anônimo disse...

Por que nao:)