sábado, dezembro 13, 2008

poema de desengano II

A tristeza que hoje impera
De este cantar tem sido
Alvoroço de naus em terra
Murmúrio de estar infindo

Neste quadro que regressa
Aurora de lúcidas esperas
Fico eu a vagar impreciso
Avatar de impossíveis eras

6 comentários:

Anônimo disse...

10:02 AM

Loba disse...

O um e o dois são belos. Mas tristes!
Eu não me acostumo com a solidão enm com a vida caminhando devagar. Talvez eu seja gulosa demais e te queira junto domigo! Né? rs...
Embora eu esteja mais fora que dentro dos blogs, tinha que vir te agradecer. Vc é luz no meu caminho e o que mais desejo é que continue iluminado e iluminando os dias do próximo ano!
Um grande beijo e belas festas!

dácio jaegger disse...

Meu caro poeta, como diz a Loba, ela tão alegre, dificulta-lhe viver a solidão, mas ela quer a luz. Sabemos que "a tristeza que hoje impera é alvoroço de naus em terra". "A aurora de lúcidas esperas
é Avatar", digo eu, "de possíveis eras". 2009 está aí, com ele melhoras possiveis regadas com saúde e vida nova. Alegria e abraço.

Anônimo disse...

Para quem apenas imagina
a tristeza como forma de expurgar o sofrimento
dentro
talvez devesse gritar aos flamboyants:
Liber
idade,
ainda que tardia!

Abraço, poeta. :--)

Feliz Ano Novo.

Anônimo disse...

Parabens pelo lançamento do seu novo livro, companheiro!
Que muitos outros venham para nos brindar com seu excelente texto.

Abraço.

Delman Aquino

Lavínia Andrill (andrilllasa@hotmail.com) disse...

Mais outro espaço teu que eu descubro e com imenso prazer, degusto! Maravilhas, maravilhas!Poeta, você é ímpar!