quinta-feira, julho 04, 2013

Ensaio para ilhas férteis e cruéis silêncios

O poeta rugiu que a carne é triste
Eu sorri em êxtase
Depois queimei todos os livros
Por destino escrevi este epitáfio:
Que a poesia não me deixe vestígios

8 comentários:

Índigo disse...

El silencio puede ser brutal, sí. Pero más brutal sería la poesía sin vestigios.

Joelma B. disse...

Já eu quero todos os rastros!!

beijos!!

José Carlos Sant Anna disse...

Já não há mais esta possibilidade, poeta. Os rastros já ficaram pelo caminho.
Abração,

dade amorim disse...

A poesia é um vestígio teu, Assis!

Beijo.

Cissa Romeu disse...

Por que os vestígios passarão?
Não, passarinho.

Assis, o poeta com passaporte de pássaro!

Beijos!

eurico portugal disse...

o rasto faz-se a quem desaparece; nunca a quem é essência.

abraço, poeta de caminhos e não de vestígios!

Controvento-desinventora disse...

Fui convidada a entrar aqui pelo primeiro poema, mas encontrei muita qualidade poética.

Daniela Delias disse...

Tanta coisa bonita...