segunda-feira, junho 17, 2013

quase pele, quase memória

qualquer cor
seja qual for
na cinza que arde

qualquer dor
seja qual for
mas sem alarde

II

Quase cor, quase dor

Qualquer redor
Seja qual for
Que se retrate 



Cris de Souza

8 comentários:

Lídia Borges disse...


Gosto!...Tanto!


Um beijo

Cris de Souza disse...

Quase cor, quase dor

Qualquer redor
Seja qual for
Que se retrate

...


* Não resisti, mestre. Beijo.

José Carlos Sant Anna disse...

A palavra poética a duas vozes ou quatro mãos?. Nela a significação, aparentemente simples, se revela complexa, pelo despojamento que a caracteriza.
Palmas para os dois que sabem e abraços para ambos,

dade amorim disse...

Gostei demais, Assis! Você e Cris são sempre ótimos de ler.

Beijo pra os dois

Joelma B. disse...

e tudo ao dobre da lira!!

beijos aos poetas!!

Tania regina Contreiras disse...


Quase os vi um só! :-)

Beijos,

Cissa Romeu disse...

Que a dor seja leve, e que a cor seja infinita, seja qual for, com amor.

Beijos!

eurico portugal disse...

- qual quer? a cor de cor ou a dor sem pudor?
- qualquer uma que é sempre todas as outras...

e a memória trajando, de novo, a pele.

poetas, abraço-vos ambos!