quarta-feira, março 13, 2013

Sonata breve para flor e epifania


A virgem claridade da página
É um acinte à palavra
Resta pois arriscar

8 comentários:

Adriana Riess Karnal disse...

como é a literatura, nao é? uma forma tão linda de descrever o início do processo criativo. Ao mesmo tempo tão difícil, complexo e elaborado.Como se fosse fácil, simples e disléxico.

José Carlos Sant Anna disse...

E o melhor que você não cansa de fazê-lo e com uma claridade que chega à clarividência.
Abraços, meu caro poeta,

dade amorim disse...

Sempre há um risco no que se escreve. Mas nem todo mundo o faz com essa precisão, Assis.

Beijo.

Eleonora Marino Duarte disse...

arriscar, mas o com o seu cuidado zelo em fazê-lo, é amor, sem dúvida!!!

um beijo.

Lídia Borges disse...


ÀS vezes custa, às vezes não!...


:)

Ira Buscacio disse...

besta! besta é como fico diante desse mínimo que é todo o mundo
coisas de Assis, uma sonata de beleza sem tamanho
bj imenso, poetaço

Cris de Souza disse...

Novidade: você é mestre nisso!

eurico portugal disse...

arrisco:
arisco:
risco:
isco.

e o poema a acontecer-te!