sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Ensaio argênteo para pele luzidia


Nada posso te contar do meu amor
Que é tão antigo
Apenas sei do que me incita a sede
Da sequiosa palavra ausente
Deste acúmulo de vazios

6 comentários:

Cris de Souza disse...

Sedento!

Beijo.

eurico portugal disse...

e o tempo, afinal, a fazer-se matéria visível por entre os nódulos dos pequenos nadas.

abraçassis!

dade amorim disse...

A sede nem sempre se satisfaz.
Bj bj por este belo poema.

Fred Caju disse...

Te mandei um e-mail, mestre. Se não chegar avise. Grande abraço!

José Carlos Sant Anna disse...

A poesia aqui neste espaço é uma seiva que transluz.
Abr.,

Lídia Borges disse...


Bem, às vezes, não sei dizer...

Seco à míngua de palavras.

Um beijo