quinta-feira, outubro 18, 2012

Canção de ninar libélulas e madressilvas


Eu continuo aqui cultivando arrebóis
Alimentando os girassóis de orvalho
Neste inefável contemplar do porvir

Enquanto não me vem os teus olhos
A saliva e a sílaba são o amálgama
Do desmedido soluço de uma estrela

9 comentários:

Cris de Souza disse...

Embalou-me!

Beijo de bom dia, mestre*

Lídia Borges disse...


Na complacência do olhar semeia-se verdes as esperas.

Lindo!

Everson Russo disse...

Um versejar num infinito de amor...abraços de boa noite...

Tania regina Contreiras disse...

Querido, seus títulos já embriagam...e embriagada vou aos versos. E como gosto!

Beijos,

dade amorim disse...

Um soluço de estrela promete muito.

Beijo beijo.

Vais disse...

coisa mais linda

beijo

Domingos Barroso disse...

ah, esplêndido!


forte abraço,
irmão.

Anna Amorim disse...

Bela poética do esperar.

Beijos,

Elza Fraga disse...

O nome do poema já me sinalizava: Em frente e alerta que aí vem coisa boa na estrada...
Estou tirando o chapéu, reverência!
Bitokitas da minha admiração.