sexta-feira, setembro 14, 2012

Poeminha para lascívia do orbe


no âmago do verso
late a estrela difusa
espraiada e silente

e tu me corróis:
inconsútil
em arrebóis

7 comentários:

Everson Russo disse...

E que esse verso enfim conquiste o brilho dessa estrela...abraços de bom final de semana.

Lídia Borges disse...


Quem sabe uma estrela no âmago do verso, pode sempre esperar amanheceres luminosos.

Um beijo

Tania regina Contreiras disse...

De uma sensualidade dos deuses!

Beijos, Poeta!

António Jesus Batalha disse...

Olá , passei pela net encontrei o seu blog e o achei muito bom, li algumas coisas folhe-ei algumas postagens, gostei do que li e desde já quero dar-lhe os parabéns, e espero que continue se esforçando para sempre fazer o seu melhor, quando encontro bons blogs sempre fico mais um pouco meu nome é: António Batalha. Como sou um homem de Deus deixo-lhe a minha bênção. E que haja muita felicidade e saude em sua vida e em toda a sua casa.
PS. Se desejar seguir o meu blog,Peregrino E Servo, fique á vontade, eu vou retribuir.

Verso Aberto disse...

brilho e pele de estrelas a
prazeirosamente
nos consumir

abraços amigo Assis


dade amorim disse...

"No âmago do verso" é que a gente se realiza, Assis.
Lindo e gostoso de ler.

Daniela Delias disse...

No âmago.

Ponto.