sexta-feira, setembro 07, 2012

o desconcerto do amor e outras inquietudes


aguardo a sede dos lábios
com tuas vestes de nuvem
e nada envelhece a espera
para deitar-me em fruição
de astro e lua no teu corpo
já me és flor neste enlace
de sopro, soluço e abraço
a erguer horas sem alarde

8 comentários:

Caroline Godtbil disse...

Pura paixão na delicadeza da tua poesia.
Linda... linda... que saudades do meu amor!
Beijo.

Joelma B. disse...

que bom ser nuvem movida por inquietas vozes: sopro!

:*

Daniela Delias disse...

que título lindo!

só ele já é poesia :)

Tati disse...

Os lábios ditam tudo. Os lábios tem o poder na ponta da língua.
Abraço

dade amorim disse...

Tão bonito, Assis!

Beijo grande.

Lara Amaral disse...

"e nada envelhece a espera
para deitar-me em fruição
de astro e lua no teu corpo"

Que lindeza, o poema todo!
Aqui, me desarmo.

Lídia Borges disse...


Esperar a sede dos lábios é, "quiçá", uma boa forma de amar em "desconcerto".


Beijo

Bípede Falante disse...

Assis, ergui horas de poesia quase "infindável" (ver comentário em outro post seu) e me cobri com essas vestes de céu que desde menina procuro.

Beijoss :)