quinta-feira, agosto 16, 2012

Com as palavras nos calcanhares


lascívia
concupiscência
o verso insustentável

a balada do velho marinheiro
a mão que sonhou a rosa
e o nada: neste imenso branco

p.s. "eu escrevia silêncios"

13 comentários:

Bípede Falante disse...

dos silêncios escritos fiz um sono de infância para acalmar os versos tão insustentáveis.
beijos e bom dia :)

Caroline Godtbil disse...

Silêncios imensamente eloquentes...
Beijo.

AC disse...

A paleta, por vezes, não tem rumo...

Abraço

Everson Russo disse...

E ao escrever silencios em sonhos,,,a alma gritou...abraços de bom dia.

Tania regina Contreiras disse...

O que eu pensei agora: no "p.s." deixamos, tantas vezes, a grande pista para a alma.
Beijos, poeta querido.

Anônimo disse...

O poeta não é só um poetaço.Sua oratória alcança os pecadores,que correm ao seus pés para justificarem seus pecados.
Evoé,flash poeta!
Mileumbeijinhos

Tati disse...

Palavra no calcanhar deve impulsionar os passos livres. Ruim é quando a palavra bate cabeça no teto do pensamento - e o enlouquece. Abraço!

Tati disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Lídia Borges disse...


"eu escrevia silêncios"

Quem diria?

Um beijo

Daniela Delias disse...

Nos calcanhares e em todos os lugares e espaços...

Bj/Cheiro

:)

Joelma B. disse...

e a pele murmura sentidos...

beijinho. Assis!

dade amorim disse...

Este imenso branco, esses silêncios...

Beijo, Assis.

José de Almeida disse...

é branco como é branco
uma folha de ofício
sem as marcas
dos dedos
...


forte abraço,
irmão.