sexta-feira, julho 27, 2012

Para uma gramática de barros


(à guisa de metaplagio)

sistema límbico 
ambíguas faces
êxtase táctil
escritos primitivos

a cor das vogais
o latejar de andorinhas
uma pedra canora
olhar furado de nascentes:

a infância da língua

6 comentários:

Everson Russo disse...

E quais seriam as cores das vogais do amor? abraços de bom final de semana pra ti amigo.

Joelma B. disse...

A sabedoria da essência

Beijinho,Assis!

Tania regina Contreiras disse...

Olhar furado de nascentes? Hum, apropriarei-me mais uma vez! rs
Beijos, querido.

Daniela Delias disse...

Viva o primitivo, o que vive bem antes da palavra!

Bjo, bjo ;)

Bípede Falante disse...

a cor das vogais muda conforme a consoante vizinha??

hoje estou cheia de perguntas!! :)

beijoss

Eurico disse...

E o Manoel, numa ursprache, de barros e de asas. Aqui, uma protopoética, vazada no espaço de um poema. Valeu, Poeta. Imenso, este poema!


Abç fraterno.