quarta-feira, julho 25, 2012

Ária de lábios em silente ortografia


Ah tu não adivinharias a manhã
Em que vicejaram teus perfumes
E minhas mãos tontas e sedentas
Buscaram-te na rota de um oásis

As rendas que ensejaram a pélvis
A corola deslindando os girassóis
Tua língua a inventar arrepios na
Lenta caligrafia de sílabas na pele

7 comentários:

Everson Russo disse...

E que essa caligrafia de pele arrepie sempre...abraços de bom dia.

Tania regina Contreiras disse...

Quase uma tatuagem, Assis...Pele desenhada de letras: belo, belo poema...
Beijos,

Daniela Delias disse...

Calam-se as letras todas...

Bjo


:)

noMar disse...

é impressionante a delicadeza e sublimidade da tua poesia, poeta Assis.

beijo.

Joelma B. disse...

poeminha para alfabeto mudo!

Beijinho!

Luiza Maciel Nogueira disse...

sílabas de pele em lenta cantoria, divinal!

beijo

Cris de Souza disse...

Por sinal, uma senhora ária!

Beijo, mestre*