domingo, fevereiro 17, 2013

quase desassossego, quase soares


só diz o meu corpo
o inferno que arde
a raiz do silêncio
este estranho estar
em descontentamento

8 comentários:

Tania regina Contreiras disse...


Poeta, eu adoro essa fronteira, esse território do "quase" em que vc me faz habitar....:-)
Beijos,

José Carlos Sant Anna disse...

Assis, bom baiano (ou não?), sertanejo, acho que agora não arredarei o pé do seu blog. O manancial desse rio é bom demais.
Grande abraço,

eurico portugal disse...

Estão aqui 37 graus.
É um corpo.
E ninguém se aproxima senão para recuar.
Devorar.
Ou ficar.!

Vasco Gato

abraço!

Adriana Riess Karnal disse...

uuu...que poemeto.Assis, quero ler teu livro muito, muito. vou procurar no site.bj

dade amorim disse...

Quase desassossego, estar em descontentamento.
Bj

Lídia Borges disse...


"este estranho estar"

Música!
O descontentamento é íntimo da condição de poeta.


Um beijo

Ira Buscacio disse...

o poeta é um estar descontente,
apenas, para se fartar de febre.
bj, poetaço

LauraAlberto disse...

a arder, sem hipótese
sem água que valha

beijinho