terça-feira, dezembro 04, 2012

quase cantiga, quase caatinga


o sertão é este mar singular
que verdeja mandacarus
em profícua aridez secular

6 comentários:

BRECHÓ DO SUL . PODE SER !!! disse...

OI TUDO BEM !!
OI ADOREI SEU BLOG JÁ ESTOU SEGUINDOSEU BLOG, PODERIA POR GENTILEZA SEGUIR O MEU TAMBÉM , E CLICAR NO G+ . MEU BLOG É :- http://brechodosul.blogspot.com.br , VAI DAR UMA OLHADINHA SERÁ UM PRAZER EM RECEBER .
OBRIGADA AGUARDO SUA GENTILEZA

FICO GRATA AO ME SEGUIR , POIS JÁ ESTA SEGUIDA . E QUERENDO ALGUMA ROUPA ME ESCREVA PARA MEU EMAIL SERA UM PRAZER NEGOCIAR COM VOCÊ.

MARCIA REGINA - DESCULPE-ME A LETRA GRANDE MAS SOU DEFICIENTE ESPECIAL

Everson Russo disse...

Aridez dos sentimentos,,,da vida...abraços de bom dia pra ti amigo.

Tania regina Contreiras disse...

É verdade, Assis. Um mar que só poucos olhos enxergam.
Beijos

dade amorim disse...

Conheci esse poema num comentário teu sobre o sertão. um mar singular, proficua aridez - perfeito.
Bj bj

Lídia Borges disse...


Ventos desérticos me sopram uma cantiga de mandacarus que resistem à aridez e a sede.

Um beijo

Luiza Maciel Nogueira disse...

o sertõa é tão belo, mais ainda pelos teus olhos - tenho certeza!

beijo